Educando hoje a geração responsável por transformar o amanhã

Joice de Oliveira
Educadora Parental

Minha história

Foi fazendo pesquisas de decoração do quarto das minhas filhas que eu conheci Montessori. Descobri que o método ia muito além de quartos bonitos e ambientes projetados. Logo em seguida, conheci a Disciplina Positiva e fiquei impressionada com o método e com a resposta que eu obtive ao empregá-lo.

Minha filha, que antes buscava oportunidades para ir para a casa do avô, evitando minha companhia, se tornou cada vez mais próxima. Muitos momentos agradáveis que já não existiam fazia um bom tempo passaram a fazer parte da nossa rotina. Tudo isso porque eu adotei a maneira respeitosa com que esses dois métodos enxergam a criança.

Me emocionava a cada descoberta e a cada resultado!

Era um misto de alegria pela oportunidade que a minha pequena Carolina teria de conhecer uma nova versão minha, cheia de recursos, e uma culpa infinita por não ter tido acesso a tudo isso quando minha primeira filha, a Maria Eduarda, nasceu.

Em seguida, eu aprendi uma das mais importantes descobertas que a Disciplina Positiva me ofereceu: consciência sem culpa. Porque a culpa me paralisava e me aprisionava, enquanto a consciência mostra onde eu estava e onde eu desejava e poderia chegar.

Minha vida pode ser literalmente dividida em antes e depois desse acontecimento. Quando eu via famílias amorosas e equilibradas, mães gentis e respeitosas, eu acreditava que aquilo não era para mim. Tudo era muito distante da minha realidade.

Eu acreditava que, com as minhas tendências violentas, não seria capaz de mudar e repetiria os padrões recebidos através da minha mãe, que também era autoritária. E eu realmente estava repetindo esse padrão, pois minha filha sentia medo de mim.

Só que, quando eu percebi que ela se tornava uma pessoa insegura, que não sabia fazer escolhas, isso me incomodou muito. Eu entendi que educá-la para ser obediente foi o motivo dessa insegurança, e tomei a decisão de mudar a minha maneira de educá-la.

Hoje eu educo minhas filhas para que elas sejam pessoas independentes e seguras, corajosas e fortes. O resultado disso é que elas se tornaram tão cooperativas, respeitosas e auto-responsáveis que eu nem me lembro do motivo de um dia ter desejado filhas obedientes.

Espero que esta página faça o mesmo por você!

Joice de Oliveira é certificada em Educação parental para pais e professores de primeira infância pela PDA Brasil, Positive Discipline Association

Serviços

O que faço

Treinamentos

Treinamento de Disciplina Positiva professores de primeira infância e espaços de contraturno e brinquedoteca

Workshops

Workshops de Disciplina Positiva para pais, avós, comunidades e grupos familiares

Palestras

Palestras para professores, pais e comunidades escolares

Ebook

Frases Encorajadoras de alto impacto para melhorar a convivência com seu filho

O encorajamento é uma ferramenta fantástica para mudar a comunicação e reaproximar a conexão com seu filho.

Crie filhos saudáveis

Autonomia

Filhos autônomos serão adultos independentes

Autoconfiança

A partir do encorajamento: “Seus meus pais acreditam em mim, eu acredito também!”

Poder pessoal de forma construtiva

Este será determinante para que seu filho estabeleça os limites que os outros poderão avançar e aprenda a fazer que sua opinião seja respeitada.

Cooperação

Diferente da obediência que pode deixar seu filho viciado em autoridade, a cooperação se desenvolve naturalmente e a partir de iniciativas da criança.

Autoestima elevada

É esse sentimento que vai definir todas as escolhas dele enquanto adulto, trabalho, relacionamento, amizades.

Aceitação e importância

Fortalecer na criança o senso de aceitação e importância – o que será definitivo para se estabeler uma conexão forte entre vocês

Depoimentos

O que dizem sobre mim

Confesso que, como mãe autoritária que eu era fiquei relutante em aceitar essa forma de educação, pois a meu ponto de vista a forma que eu tinha de proteger e amar minha filha adolescente era querendo que ela fosse do jeito que eu queria que ela fosse. Eu não aceitava seus defeitos, queria corrigi-los de qualquer forma, pensando que assim eu ia evitar que ela sofresse.

Mas a Joice me mostrou, através da CNV e da Disciplina positiva que isso não era necessário e estava me desconectando totalmente da minha filha, que sim eu poderia continuar com minha autoridade mas com gentileza e carinho, não deixando pra trás a firmeza claro.

Fui apresentada a um mundo que eu acreditava não existir. Ela me apresentou ferramentas muito importantes pra manter essa conexão tão essencial pra nós. Sou muito imperfeita ainda, mas a sementinha já foi plantada em mim. Espero continuar aprendendo!

Keyla Cristyne, Mãe da Maíra 14 anos

Tem 7 meses que tive o primeiro contato com a Joice em uma palestra e já fiquei pensando que quando eu crescesse queria ser uma mãe assim (risos).

Bom, alguns dias atrás precisei de um atendimento e logo a procurei, precisava tratar de uma questão que vinha se repetindo na relação com meu filho (raiva) dos dois lados, dois coléricos (risos).

Foi uma sessão bem intensa!

Pude olhar melhor para minha raiva e assim para a raiva dele, raivas que precisavam serem vistas, para minha auto cobrança, culpa, o que é certo ou não na forma como escolhi educar o meu filho, pois estava ouvindo muito as pessoas e sofrendo achando que eu estava fazendo tudo errado. Então, após a sessão estava leve, aliviada, me amando de novo e sentindo que estava no caminho, no caminho que escolhi para mim e meu filho e que estava tudo bem. Gratidão Joice.

Marina Medeiros, Psicóloga e mãe do José Pedro

Procurei a Joice porque não estava conseguindo lidar com as situações que meu filho de 16 anos estava enfrentando. Sou uma mãe metódica, controladora, explosiva, impulsiva e egocêntrica.

Confesso que quando me sentei com ela e descrevi toda a situação esperava que ela me desse a receita do bolo, porque eu estava disposta a mudar quem eu sou pra educar meus filhos. Mas, ao contrário do que pensei ela me questionou em tudo que disse. Nunca vou esquecer as perguntas: “Ele ser assim como você quer que ele seja é melhor pra quem, pra ele ou pra você?”, “Porque você acha que ele tem que fazer isso?”.

Eu sai da consulta e até hoje questiono o porque “infernizei” ele querendo que ele fosse um padrão de filho. Um padrão que a sociedade impõe e a gente engole e pronto. Ela me mostrou tantas qualidades que meu filho tem e que eu nunca tinha visto e muito menos elogiado ele por ser assim. Desde então recebo as orientações dela para algumas situações que não consigo ver saída falando com amor e carinho com ele e com o irmão. Eu descobri que não preciso mudar a maneira firme e forte de ser, eu sou assim e ponto. O que precisava e ainda preciso é entender como olhar para eles e tirar o melhor deles, orientando com palavras e de uma forma não violenta.

Eu voltei a me conectar com meu filho e isso aconteceu de uma forma muito mágica. Ter essa mulher maravilhosa junto comigo na orientação da educação dos meus filhos é gratificante.

Confesso que tinha um pré-conceito em ouvir dizer “COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA”, mas hoje vejo a importância de buscar ajuda de profissionais qualificados para nos ajudar, principalmente sobre a forma de comunicação que temos dentro da nossa família. Ser mãe é desafiador! Não é atestado de incompetência buscar ajuda e sim um ato de amor com nossos filhos.

Ellessandra Ferreira, Mãe do Lucas 8 anos e Flávio filho 16 anos

Queria agradecer a você por mostrar a importância da criação com apego e amor ❤️. Isso fez ficar conectada com a minha filha e saber respeitá-la!

E isso fez eu ver que todos nós somos iguais, tanto adulto como crianças, e sem a presença de poder!

Hoje eu consigo entender que tudo que acontece deve ser no ritmo dela e não no meu, o desfralde, desmame. E por falar em desmame ela tem 2 anos e 9 meses e continua mamando ❤️

Eu amooo a minha filha, bjo, abraço, falo o dia todo o quanto ela é importante na minha vida e o quanto eu amo ela, nada disso quer dizer que eu não mostre limites para ela!

Laís Oliveira Santos, Empresária

Tenho muita vontade de ter filhos – mas sempre tive dúvidas sobre como construir a relação com os meus filhos e educá-los sem recorrer à violência e ao Paradigma da Guerra.

Nesse sentido o conteúdo da Joice é um presente!! Todos os dias ela posta materiais novos mostrando uma maternidade possível, acessível a todas nós com todas as nossas imperfeições e, acima de tudo, sem violência: com leveza, alegria e muito, muito amor!!

Com a Joice eu vivencio a possibilidade da construção de uma maternidade dentro do Paradigma da Paz: respeitando a si mesma e aos filhos, cada um com as suas peculiaridades, sentimentos e necessidades. Ainda não sou mãe, mas sou grata à Joice por permitir que eu me prepare para esse desafio futuro: muito obrigada!

Julia A. Gomes - Advogada e Facilitadora de diálogos

Blog

Dicas e práticas para educação parental

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Entre os principais motivadores para continuar a praticar a educação consciente estão os resultados. À medida que você acompanha a evolução do seu filho e percebe suas orientações sendo praticadas de maneira natural por ele, você se sente empoderada como mãe. É a recompensa pelo esforço da autoeducação…

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Dicionário de termos da Disciplina Positiva

Para mergulhar no universo da educação consciente uma das primeiras mudanças que você vai perceber, são os termos comuns que usamos na prática da parentalidade efetiva, por isso eu preparei um pequeno dicionário de termos comuns que você vai encontrar sempre que ler os nossos conteúdos, use sem moderação.
Disciplina Positiva
Modelo de educação consciente que visa desenvolver a criança e o adolescente de forma integral com firmeza e gentileza, sem punições ou recompensas.

Considera os resultados a longo prazo na construção de importantes habilidades de vida, respeito, consideração pelo outro, resolução de problemas, cooperação e contribuição. Compilado por Jane Nelsen a partir dos estudos prévios de Alfred Adler (1870 – 1935) e Rudolf Dreikurs (1897 – 1972). Presente em mais de 60 países em diversos idiomas.

Parentalidade
Posição de quem assume a condição de pai ou mãe de uma criança, possui responsabilidades parentais.
Auto responsabilização
É a capacidade ou competência de assumir a responsabilidade por cada evento bom ou ruim que te acontece.
Obediência
Obediência é o desejo de grande parte dos pais, acontece que o termo refere-se a submeter-se a outrem, e uma criança submissa se torna um adulto submisso, por isso nosso objetivo é ajudar desenvolver nas crianças e jovens a cooperação.
Encorajamento
Causar estímulo, atribuir coragem. Reconhecimento de empenho e esforço para obter um resultado, ao manter o foco no processo valorizando o caminho que percorrido. Não deve ser confundido com elogio.
Elogio
Julgamento favorável. Evitamos esse comportamento de forma indiscriminada por compreender que o elogio pode fazer com que a criança se torne viciada em aprovação, dependente constante da aprovação do outro e perca a capacidade de fazer seu autojulgamento.
Filhos cooperativos
Diferente de obediência, entendemos que a cooperação é o recurso que na verdade todos os pais, professores e cuidadores desejam, crianças que entendam seu papel em casa e na sociedade e execute uma atividade conjunta com uma finalidade.
Educação consciente
Apesar de parecer óbvio, esse termo, na verdade, se opõe a crença de que “é apenas fazer igual ao que meus pais fizeram, ou o oposto do que meus pais fizeram”, na educação consciente você busca agir ao invés de reagir aos acontecimentos, você se antecipa aos fatos inerentes a fase de desenvolvimento e faz uma escolha de como irá se comportar diante dos processos educacionais e desafio de comportamento. O oposto do piloto automático.
Gentileza
Gentileza não é dizer sim para todos os pedidos e solicitações dos filhos, gentileza é demonstrar que você respeita seu filho como ser humano, que o trata assim como trataria o filho de um amigo ou mesmo a outro adulto, que compreende seus desejos ainda que não os atenda. Ser seu filho não garante a você o direito de ser desrespeitoso.
Firmeza
Pais firmes são aqueles que estabelecem limites seguros para que seu filho possa se desenvolver de forma plena se sentindo seguro e demonstrando respeito pelos outros e por si mesmo.
Autoritarismo
O extremo da firmeza, comportamento que desconsidera o outro, ex: “Eu mando e você obedece”, “Crianca nao tem querer”
Permissividade
O extremo da gentileza, modelo parental praticado por pais que permitem que seus filhos tomem decisões que nao sao compativeis com sua maturidade, e que muitas vezes “lavam suas mãos” por acreditarem que nada do que fazem adianta, ex: “come o doce antes do almoço, não adianta eu falar mesmo”, “desisto, faça como quiser”, “Pode ir, mas é só hoje”.
Birra
“A birra é, sobretudo, uma forma de comunicação de pessoas com recursos limitados para se comunicar” Isa Minatel.

Isso porque tem muitos adultos por ai dando birra pelos mais variados motivos e das mais variadas formas, desligando telefone sem se despedir, batendo portas e outras coisinha mais.

Joice de Oliveira – Educadora Parental